Espaço Confrade: Conhecendo a Cave Geisse com Daniela Facciolla

Publicado em 05/04/2017

Todas as terças, convidamos um Confrade Grand Cru para compartilhar conosco uma experiência inesquecível do mundo do vinho. Hoje, o espaço é da Daniela Facciolla, Confrade desde agosto de 2016.

Grand Cru: Você estava viajando para a região da Serra Gaúcha quando visitou a Cave Geisse?

Daniela Facciolla: Sim, estávamos em dois casais: eu e o Fábio, meu marido, e Thelma e José Antônio, que também adoram vinhos… Aproveitamos o Carnaval de 2012, pois queríamos fugir do agito dessa época e aproveitar para conhecer a Serra Gaúcha.

GC: Como foi que vocês chegaram até a Cave Geisse? Já conhecia espumantes da Geisse antes ou chegou até lá por indicação?

DF: Já conhecíamos e adorávamos os espumantes da Cave Geisse, que estão, na minha opinião, entre os melhores produzidos no Brasil.

Daniela e Fábio na sala de degustação da Cave Geisse (foto de Thelma Gatuzzo)

GC: Você já sabia como eram feitos os espumantes que passavam por segunda fermentação em garrafa ou aprendeu durante a sua visita?

DF: Já sabíamos que os espumantes da Cave Geisse eram feitos pelo método tradicional e como eram feitos, pois a maioria dos nossos roteiros de férias inclui  países produtores e visitas a vinícolas que também utilizam o método Champenoise.

GC: Como foi o passeio na vinícola? Conseguiu fazer o tour pelas caves?

DF: Ao chegar à vinícola coincidentemente encontramos a gerente e o sommelier do restaurante Vino!, daqui de SP que costumamos frequentar e são conhecidos de longa data. Eles estavam lá a convite de Mario Geisse para uma visita profissional, o que acabou nos propiciando a oportunidade de conhecê-lo.

O Mario Geisse é extremamente simpático, nos recebeu de forma muito acolhedora. Já conhecíamos o trabalho dele frente à vinícola Casa Silva do Chile, cujos vinhos também apreciamos, então aproveitamos a oportunidade para absorver um pouquinho do conhecimento dele.

No final, o Mario havia oferecido um almoço para os nossos conhecidos. Fariam um tradicional churrasco gaúcho, para o qual gentilmente nos convidou. Acabamos por declinar o convite, pois estávamos no meio do nosso roteiro de passeios, mas sinceramente, depois acabamos nos arrependendo!

GC: Você já gostava de espumantes brasileiros?

DF: Sim, a qualidade dos tintos e brancos produzidos no país vem aumentando significantemente, mas ainda acho que os espumantes são o que temos de melhor.

Entrada da Cave Geisse, vinícola especializada em espumantes na região de Pinto Bandeira, na Serra Gaúcha

GC: Chegou a visitar outras vinícolas da região da Serra Gaúcha? Se sim, quais?

DF: Visitamos as vinícolas ícones, como Miolo, Casa Valduga, Chandon, Don Laurindo e procuramos incluir também produtores menores, como Angheben, Lídio Carraro e Pizzato.

GC: Você se lembra de ter conhecido algum restaurante bacana nos arredores da vinícola?

DF: O restaurante dentro do Spa do Vinho e também os da casa Valduga são muito bons. Lembro dos restaurantes no Caminho de Pedra também!

GC: Recomenda outros passeios na região de Pinto Bandeira além da visita à Geisse?

DF: Além de Pinto Bandeira e Vale dos Vinhedos, aproveitamos para dar uma esticadinha até Gramado e Canela.


Sobre Daniella

Como seus  pais sempre tomaram vinho, cresceu vendo-os consumir a bebida numa época em que a oferta de rótulos e a qualidade dos vinhos disponíveis no Brasil ainda eram bem limitadas. Em 2006 conheceu Fábio Arantes, seu esposo, e o casal começou a explorar o
universo dos vinhos com mais dedicação: primeiro os vinho do Novo Mundo – Chile, Argentina e Brasil. Depois se aventuraram em outras regiões do mundo, como Austrália, EUA e África do Sul para, então, chegar aos vinhos de Europa: Portugal, Espanha, Itália, França, Alemanha.

Por conta dessa paixão, sempre que possível escolhem como roteiro de férias regiões produtoras de vinho, onde possam visitar e degustar in loco os ícones de cada região e também as novidades dos pequenos produtores. Além da região da Serra Gaúcha, já visitaram Mendoza, Argentina, Vale Central e de Casablanca, no Chile, Vêneto, na Itália, Douro, Alentejo e Dão, em Portugal, e também no Vale do Napa, na Califórnia.

Ela faz parte da Confraria da Grand Cru desde agosto de 2016 e adora a oportunidade de conhecer vinhos completamente diferentes do que seria sua escolha habitual.

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