“A grande expressão em qualidade e tipicidade da Cabernet Sauvignon”

22 de julho de 2010

Como sabemos, há sempre uma interrogação sobre os vinhos do Novo Mundo em relação a tipicidade e qualidade de onde a cepa é originaria.

A Cabernet Sauvignon que é originária de Bordeaux, no sudoeste da Franca, uma das viniferas mais difundida em todo o mundo. Seu surgimento é o resultado do cruzamento da Cabernet Franc com a Sauvignon Blanc. Seus taninos sao densos, cor bastante profunda, aromas marcantes de frutas negras, como, cassis, ameixa, amora silvestre e especiarias.  Atinge todo seu potencial no Médoc, onde produz preciosidades como o Latour, Lafite, Mouton, etc…

A Santa Rita, fundada em 1880, foi uma das primeiras vinícolas a plantar cepas francesas no Chile. A Cabernet Sauvignon foi sempre um dos destaques daquele país, sendo reconhecida internacionalmente devido aos excelentes vinhos que produz.
O vale do Maipo, próximo a Santiago, é o melhor terroir para a Cabernet Sauvignon em todo o Chile, em especial no Alto do Jahuel, onde esta instalada a Santa Rita e seus vinhedos mais velhos que tem em média 50 anos sao destinados ao seu ícone o Casa Real.
 
E a melhor notícia: a Grand Cru acaba de adquirir algumas safras especiais direto com os proprietários da bodega. A safra 1995 mostra todo o potencial do solo e clima, destacando-se pela longa guarda e evolução idêntica a dos grandes Bordeaux.
 
Temos disponíveis as safras 1995, 1997, 1998, 1999, 2002, 2003, 2004 e 2005. Uma chance impar de comparar as distintas safras, a evolução e o potencial deste que, sem sombra de duvidas, é o grande Cabernet Sauvignon da America do Sul.

Bordeaux En Primeur 2009 ” A Safra “

5 de julho de 2010

 

Finalmente recebemos a tão esperada lista dos Bordeaux En Primeur 2009, uma das melhores safras dos últimos anos.

A oportunidade de ter grandes vinhos de guarda em sua adega é impar. Em uma grande safra, a dica é comprar vinhos de Chateaux médios e também de Petit Chateaux, já que todos atingem resultados esplendidos e notas altíssimas e os preços são convidativos.

Entenda a grandiosidade dessa safra

Durante a safra 2009, a região de Bordeaux recebeu uma das melhores conjunções de fatores climáticos, que permitiram floração cedo (no inicio de Junho), um crescimento uniforme e um saudável preenchimento de bago. A “Véraison” (troca de cor de verde para vermelho) também aconteceu mais cedo (em 2009 foi finais de Julho, sendo que normalmente isso acontece em Agosto), a maduração foi completa, o que significa que as temperatura foram mais elevadas, mas com suficiente chuva durante Agosto e Setembro para não estressar a videiras, permitindo uma boa fotossíntese. Finalmente, durante Setembro e Outubro foi seco, ensolarado e quente. Todos esses fatores, juntos, proporcionaram uma colheita de altíssima qualidade. Um ótimo exemplo é o Cabernet Sauvignon, que atingiu um nível de maturidade sem precedentes, graças ao baixo nível de seques do ambiente (que foi caso da safra 2005).

Um acompanhamento por mais de 400 Jornalistas com acessos a posições meteorológicas detalhadas nos confirmam – para surpresa de poucos – que esta safra foi excelente, com uma colheita generosa e um clima fabuloso em setembro e outubro (que salvou a safra de 2007 e 2008).

Mantendo o compromisso de qualidade com seus consumidores, a Grand Cru já disponibiliza uma variedade com os melhores Chateaux, para que todos os nossos clientes possam usufruir desta oportunidade e adquirir estes tesouros para suas adegas. Esses vinhos, que já estão marcando história no mundo do Baco, são em quantidades muito limitadas. Por isso mesmo que esse é o melhor momento para compra. Venha nos visitar!

“2009 poderia se converter na melhor safra que experimentei

em 32 anos cobrindo Bordeaux” Robert Parker, 2010

Escorihuela, qualidade consolidada com aprovação e crescimento

28 de junho de 2010

Uma das mais tradicionais bodegas da Argentina, a Escorihuela Gascón também é uma das líderes em vendas no mercado de seu país. Recém chegada na Grand Cru, mostra que veio para ser uma das grandes marcas também em nosso mercado.

Fundada em 1884 pelo espanhol de Aragon Miguel Escorihuela Gascón, sua história se entrelaça com a viticultura, política e vida social da província de Mendoza.

Seus vinhedos estão situados em Agrelo, em Lujan de Cuyo, a 980 metros acima do nível do mar, que é considerado uma das melhores regiões de Mendoza. No interior da bodega está instalado o tradicional e premiado restaurante 1884, do Chef Francis Mallmann, com quem tive o prazer de trabalhar no Figueira Rubaiyat.

Além das tradicionais cepas, a bodega destaca-se em qualidade com uvas não muito tradicionais na Argentina, como a Viognier, Sangiovese e Syrah.

Seus vinhos apresentam consistência, elegância, preços atraentes e rótulos muito bem trabalhados. Sua linha de entrada é a Família Gascón, já com passagem em barricas de carvalho e de ótimo preço qualidade. Acima está a Linha Escorihuela Gascón, equivalente a um reserva, que também apresenta um bom preço. Sua linha top é formada por três etiquetas: Pequeñas Producciones, Miguel Escorihuela e o mais recente lançamento, “Don“, que levará alguns meses para chegar ao Brasil.

Para quem não conhece os vinhos da bodega Escorihuela, convido a passar em uma de nossas lojas ou em restaurantes tradicionais para provar estes excelentes vinhos dos Andes

Novo catálogo Grand Cru traz muitas novidades e redução de preços!

27 de maio de 2010

Valeu apena esperar o lançamento do catálogo Grand Cru 2010. Esta edição está repleta de novidades, ainda mais completo para restaurantes, lojas especializadas e clientes finais. E o melhor: a Grand Cru, cada vez mais consolidada no mercado como uma das mais importantes importadoras deste país, está presenteando os clientes com uma redução significativa de preços em rótulos importantes, principalmente do velho mundo.

Com as aquisições de novas vinícolas, sem duvida nenhuma, nosso catalogo é um dos mais completos do mercado brasileiro.

Dentre os grandes lançamentos, destaques especiais para os vinhos do Domaine Trapet, um dos ícones da Bourgogne na viticultura biodinâmica.

Ainda na Bourgogne, estamos lançando os vinhos excepcionais da Domaine Perrot-Minot, um dos grandes nomes de Morey Saint-Denis e o excelente Domaine Henri Gougues de Nuits-Saint-Georges.

Em terras italianas, as novidades são de dar água na boca, começando com a vinícola Feudo Maccari, da Sicilia, que recentemente ganhou Tre Bicchieri com seu excepcional Nero d’Avola, o Saia 2006.

No Piemonte, a novidade é o Produttori di Barbaresco, a primeira casa a produzir o mítico vinho que leva o nome da cidade Barbaresco. Seus rótulos são super pontuados e de ótimos preços.

Em Montalcino, temos dois dos três produtores de Brunello de maior respaldo: o Valdicava e o aclamado Soldera.

No ano da copa do mundo, presenteamos nossos clientes com mais uma novidade da África do Sul, a tradicional vinícola Klein Constantia que, dentre seus belos vinhos, produzem o vinho mais mítico do país: o lendário Vin de Constance, vinho doce feito a partir da cepa Muscat de Frontignan.

Já a Califórnia está muito bem representada, com opções de vinhos reconhecidos pela crítica internacional e vinhos de ótimo custo-benefício que raramente são encontrados no mercado brasileiro. Os produtores americanos com bom preço x qualidade são os seguintes: Hayes, que faz bons brancos como o Chardonnay e Pinot Grigio, tintos o Shiraz e Cabernet Sauvignon; e a Redtree com ótimos tintos de Pinot Noir, Zinfandel, Petite Sirah e Cabernet Sauvignon. Dentre as reconhecidas vinícolas, são as seguintes novidades californianas Outpost, Chappellet, e Silverado.

Continuando com os grandes lançamentos do ano, acaba de chegar em nossas lojas a Matetic, vinícola chilena que produz vinhos biodinâmicos dos quais eu escrevi recentemente.

Novos vinhos de vinícolas que já importávamos também foram lançados neste novo catálogo, como o Espumante Brut Nature e o Reserva Sauvignon Blanc, ambos da vinícola Pizzorno, do Uruguai.

A Bodega Tapiz, da Argentina, também lançou novos produtos, como o Tapiz Syrah, Tapiz Single Vineyard Sauvignon Blanc e o Black Tears Malbec, o novo ícone da bodega.

Aproveitem as novidades e apreciem o que há de melhor no Velho e no Novo Mundo!

A Elegância dos vinhos de Priorato

14 de maio de 2010


Região praticamente desconhecida até o inicio dos anos de 1990, o Priorato hoje está entre as mais importantes da Espanha e do mundo.  Seus vinhos são ricos em elegância e estrutura, misturando frutas, minerais e taninos firmes. A espinha dorsal dos vinhos de Priotato é composta por Garnacha (Grenache) e Cariñena (Carignan) complementadas com Cabernet Sauvignon, Syrah, Merlot e Tempranillo.

A região é montanhosa e as parreiras são plantadas em terraços muito antigos, o que impossibilita o uso de maquinas, tornando a colheita totalmente manual.

O clima é continental, com verões quentes e secos, mas com noites muito frias, o que propicia a maturação lenta das uvas, que ganham desta forma uma ótima concentração de aromas e sabores. O solo basicamente é composto de llicorella (piçarra, famoso solo catalão), alternando camadas de xisto e quartzo.

A Grand Cru possui em seu portfólio um dos quatros mais importantes produtores da região, a bodega Mas Martinet, de propriedade de Jose Luis Perez, um dos pioneiros em Priorato. As operações estão a cargo de sua filha Sara Perez.

Com apenas 10 hectares, a bodega produz cerca de 3.000 caixas, sendo 1,5 mil de Martinet Bru e 1,5 mil de Clos Martinet.

A nova safra do Martinet Bru 2007 ( Garnacha e Syrah ), que acaba de chegar ao Brasil, é um verdadeiro exemplo de tudo aquilo que o Priorato representa: muito fresco, intenso com destaque para frutas negras e minerais. Na boca seu equilíbrio e persistência é um convite a mais um gole.

Matetic Vineyards na Grand Cru

5 de maio de 2010

É com imenso prazer que anuncio a nossa parceria com a chilena Matetic, uma das bodegas mais conceituadas do Mundo.

A Matetic fica localizada no vale de Rosário, uma pequena região dentro do Vale de San Antonio (a 120 km de Santiago), sob um clima de forte influencia marítima, o que faz a temperatura cair muito durante a noite, o que é muito positivo para a maturação das cepas.

A bodega é moderna e funciona por gravidade, facilitando a recepção e preservação das uvas sem precisar da utilização de bombas. Os vinhedos são orgânicos e aos poucos estão sendo adaptados ao conceito de biodinâmicos.

Seus vinhos são sempre destaques em premiações internacionais. A linha EQ (que significa equilíbrio) traz as seguintes cepas: EQ Sauvignon Blanc, EQ Chardonnay, EQ Pinot Noir e EQ Syrah. A Matetic também possui a linha de ótimo custo benefício Corralillo, da qual estamos, a princípio, trazendo os rótulos o Syrah e Corte (Cabernet Franc, Merlot e Malbec).

Já trabalhei com os rótulos da Matetic em restaurantes e, desde aquela época, já achava que eram vinhos acima da media. Gosto bastante do EQ Syrah, que lembra muito vinhos europeus graças a seu frescor e complexidade.

Recentemente, durante a prova para introdução dos rótulos em nosso catalogo, os vinhos apresentaram uma evolução de ainda maior qualidade em relação a quando eu trabalhava em restaurante. O destaque foi o EQ Pinot Noir, que apresentou mais elegância, profundidade e, principalmente, tipicidade.

Fica aqui meu convite a todos para passarem em nossas lojas para conhecer e apreciar os vinhos da Matetic Vineyards.

Estamos trabalhando muito forte para ampliar ainda mais nosso catálogo e trazer novos produtos de qualidade reconhecidos mundialmente. E, ainda este ano, deveremos apresentar outras grandes novidades.

Benjamin Romeo, o grande nome da Rioja

30 de abril de 2010

 

Mais uma vez a Grand Cru presenteou os amantes da bebida de Baco com a visita do enólogo Benjamin Romeo, considerado o inovador que recolocou os vinhos da região da Rioja (Espanha) entre os melhores do mundo.

De propriedade desse mago da vinicultura, a Bodega Contador produz apenas 150 mil garrafas, sendo 30 mil de seus mais nobres rótulos: “Contador”, “La Viña de Andrés Romeo” e “La Cueva Del Contador”.

Benjamin Romeo ainda produz um branco excepcional, o “Que Bonito Cacareaba“, que é feito a partir das variedades autóctones (Viura, Malvasia e Garnacha Blanca) e fermentado em barricas de carvalhos nobres franceses. Sua explicação para excelentes vinhos como esse é a de que produz vinhos com alma espanhola e caráter moderno, ou seja, com um trabalho árduo nos vinhedos na escolha das barricas de carvalhos mais nobres e com técnicas de vinificação modernas.

O ilustre enólogo participou de algumas atividades na capital paulista, antes de seguir sua agenda de eventos pelas unidades da Grand Cru espelhadas pelo país. Dentre os compromissos, tivemos um almoço harmonizado para clientes e jornalistas no excelente restaurante Arola Vintetres, localizado no 23º andar no hotel Tivoli – Mofarrej

Enquanto aguardávamos todos os convidados, conversávamos com o simpático Benjamin Romeo, sobre suas técnicas de vinificação, trabalho nos vinhedos e sua magnífica trajetória nos vinhos da Rioja. Um dos temas mais abordados, obviamente, foi a conquista das notas altíssimas do crítico Robert Parker (uma curiosidade: Benjamin o conheceu pessoalmente apenas em 2009). Sua definição para essa conquista é simples e direta, como suas idéias. Para ele, é gratificante que seus vinhos sejam reconhecidos internacionalmente, mas o que ele busca realmente é fazer grandes vinhos para consumidores apreciarem.

Começamos o almoço com tradicional Pão com Tomate, um ótimo Gazpacho e uma bela Tabla de Ibéricos. O primeiro prato foi uma Panceta de Leitão confitada em baixa temperatura que harmonizou perfeitamente bem o “Predicador 2006”. O segundo prato foi servido um Bacalhau com purê de cebola roxa, espinafre salteado e azeite de oliva, que compatibilizou muito bem com o “Que Bonito Cacareaba 2008”. O terceiro prato, um excelente Lombo de Kobe Beef com purê de cogumelos, harmonizou com o “La Cueva Del Contador 2005”.

Santa Rita 130 anos

13 de abril de 2010

Desde sua fundação, em 1880, a Viña Santa Rita destacou-se pela excelência na qualidade de seus vinhos. Uma das pioneiras na introdução de cepas francesas e técnicas modernas, a vinícola atinge resultados surpreendentes, principalmente com Cabernet Sauvignon, e vinhos de corte, como o excepcional Triple C.

Instalada no Alto Jahuel, no vale do Maipo, a Santa Rita tem uma ótima estrutura para receber turistas e profissionais, com sala para degustações, restaurante e o casarão histórico transformado em hotel.

Sobre os vinhos, é notável o padrão de qualidade desde sua linha de entrada, o 120, ao aclamado Casa Real, considerado um dos melhores Cabernet Sauvignon da América do Sul. Já a linha Medalla Real, ampliada recentemente com outras cepas, tem uma das melhores relações de custo x benefício do Chile, com destaque para a Petit-Syrah, um vinho aveludado, amplo em frutas negras e especiarias.

Sua principal enóloga, Cecília Torres – considerada a melhor enóloga do Chile e também um dos três melhores enólogos da América do Sul -, é a responsável pela equipe de enólogos dessa conceituada vinícola.

Como há muitos rótulos chilenos de nome semelhante no mercado, ainda existe uma certa confusão aqui no Brasil a respeito dessas vinícolas, o que muitas vezes nos limita o consumo e acaba, por conta de algumas experiências ruins, nos impedindo de desfrutar vinhos de alto padrão da vinicultura chilena.

Quem não conhece deve provar para conhecer e comparar com algumas bodegas que também têm o primeiro nome de Santa, mas que, no entanto, não possuem o padrão de qualidade da Santa Rita.

Realização do 4° Encontro dos Sommeliers

5 de abril de 2010

A Grand Cru realizou no mês de marco o 4° Encontro dos Sommeliers. Este ano o tradicional encontro aconteceu no Hotel Delphin, na praia da Enseada, no Guarujá.

O evento foi um sucesso e recebeu mais de 70 sommeliers de renomados restaurantes do país e também de lojas especializadas.

Foram dois dias de palestras e degustações com a presença de alguns dos nossos produtores.

Entre os visitantes estava Stefano Maggini, gerente de exportação da italiana Feudo Maccari. A vinícola da Sicilia não era muito conhecida entre os profissionais por estar há pouco tempo no Brasil, mas rapidamente tornou-se uma ótima surpresa para todos, já que seus vinhos mostraram-se elegantes e cheios de frescor.

Flávio de Souza, um dos sommeliers do restaurante Figueira Rubaiyat, ficou fascinado pelo Feudo Maccari Nero d´Avola 2007, que custa apenas R$ 59 e, segundo ele mesmo, é uma grande opção para vender em taça.

Outra estrela do evento foi da Bodega Escorihuela Gascón, de Mendoza, representada por Gustavo Marin. Uma das mais antigas vinícolas da Argentina, a Escorihuela apresentou vinhos modernos e fáceis de beber ainda jovens.

E, por fim, o grupo TabalíLeyda, representado na ocasião pelo enólogo Max Daraidou, marcou presença com seus vinhos já consolidados no mercado brasileiro.

Além das degustações com nossos ilustres visitantes, eu ainda conduzi uma degustação de vinhos do Velho Mundo que se encaixam muito bem nas cartas dos restaurantes por serem produtos de excelente preço-qualidade. Ednaldo, um dos sommeliers do restaurante Bela Sintra, elogiou muito o vinho Macon Lugny, produzido por Bouchard.

O resultado do evento foi muito interessante, pois podemos mostrar que a Grand Cru, além dos excelentes vinhos acessíveis do Novo Mundo, tem inúmeras opções de vinhos do Velho Mundo com ótima relação custo x benefício.

Alvarinho com Bacalhau, uma dica imperdível para a Páscoa

1 de abril de 2010

A casta Alvarinho da região de vinhos verdes, plantada principalmente na sub-regiao de Monção e Melgaco onde atinge elevadíssimo nível de qualidade, produz vinhos com personalidade e caráter.

Suas características minerais, frutadas e muitas vezes cítricas com belíssima acidez e ótima estrutura, fazem deste vinho um dos grandes brancos do mundo.

O Alvarinho Dorado é produto de duas quintas, ambas propriedade da família Dorado: a Quinta do Feital e a Quinta do Dorado situadas em Paderne, Melgaço, em plena região do Alvarinho. Com adega própria, construída em 1996 e inaugurada na colheita de 2000.


Este Dorado Superior é do tipo o que  foi privilegiada a maturidade da fruta para obtenção de um vinho mais estruturado e encorpado. Um branco cheio, fresco e distante dos padrões do Alvarinho comum. É mais parecido com o Albariño galego.


História

Segundo a obra realizada pelo Conde D’Aurora em 1962 intitulada “Itinerário do primeiro vinho exportado de Portugal para a Grã-bretanha”, o primeiro vinho a ser exportado para aquela país não foi o vinho do porto, mas sim o vinho de Monção. Conde D’Aurora refere que existem referências de ingleses estabelecidos em Monção e em Viana do Castelo, onde estava sedeada um importante firma britânica “Hunt Roop Teage & C”, grande importadora de bacalhau e exportadora de vinhos. Segundo José Cerqueira o vinho era transportado pelo rio, partindo da freguesia de Cortes ou Lapela no concelho de Monção, e seguia para Viana onde era trocado por bacalhau. Conde D’Aurora refere que existem referências que em 1353 realizaram-se trocas de vinho verde por bacalhau e em 1678 fornecimento de vinho verde à British Naval Comissioners, na barra de Viana. ( Fonte Wikipédia )